Noticiário

Número 236 - dezembro de 2008

Noticiário do Corpo Social

Notícias de Sócios

Alberto da Costa e Silva foi reconduzido à 1ª secretaria da ABL, para o exercício de 2009. Dia 18.

Alberto Venâncio Filho realizou conferência, na ABL, sobre ‘Machado de Assis, presidente da Academia’. Dia 16.

Armando de Senna Bittencourt, João Maurício Pinho, Marcos Guimarães Sanches, Alberto da Costa e Silva e Arnaldo Niskier foram elevados a sócios titulares do IHGB. Dia 10.

Arnaldo Niskier evocou, em sua coluna no Jornal do Brasil, a figura de Tancredo Neves, a propósito de visita a Tiradentes. Dia 7.

Carlos Humberto Corrêa foi eleito membro correspondente da Academia Portuguesa da História.

Claude Lévi-Strauss teve resenhado, no caderno Prosa & Verso, de O Globo, seu livro O suplício do Papai Noel. Dia 29.

Claudio Moreira Bento evocou a figura de Dante Laytano, no boletim O gaúcho, de dezembro, do Instituto de História e Tradições do Rio de Grande do Sul.

D. Eugenio Sales escreveu sobre a Mensagem do Presépio, em sua coluna na imprensa carioca. Dia 20.

Edivaldo M. Boaventura e Luiz de Castro Souza apresentaram comunicações no I Congresso de História da Medicina do Rio de Janeiro sobre d. João VI e sua contribuição para o ensino médico no Brasil. Dia 2.

Isabel Lustosa proferiu conferência, no Centro de Promoção da Lusofonia Global, em Lisboa, sobre o tema ‘O difícil dilema: d. Pedro IV e d. Pedro I, entre Portugal e o Brasil, entre o liberalismo e o absoltismo’. Dia. 3.

Ivolino de Vasconcelos (†) teve seu nome atribuído ao Prêmio instituído pela Sociedade Brasileira de História da Medicina, de que fora um dos fundadores.

Jarbas Passarinho reconstituiu, em artigo no JB Idéias, a edição do AI-5. Dia 13.

Luiz Alberto Moniz Bandeira foi nomeado cônsul honorário do Brasil em Heidelberg, Alemanha. Dia 29.

Luiz da Câmara Cascudo (†) teve lançados, pela Gráfica do Senado, o livro A Casa de Cunhaú e, pela TV Senado, o vídeo ‘Doutor Cascudinho: um provinciano universal’. Dia 10.

Marcus J. M. de Carvalho assina, na edição de dezembro da Revista de História da Biblioteca Nacional, artigo intitulado ‘Sangue no mato’ sobre a Cabanada, ocorrida, de 1832 a 1835, em Pernambuco e Alagoas.

Pedro Vasquez lançou, pela Metalivros, seu novo livro Ferrovia e fotografia no Brasil da Primeira República.

Roberto DaMatta analisou, em ‘O último dia: o tempo em três tempos’, publicado em O Globo, o rito de passagem dos finais de ano. Dia 31.

Vasco Mariz foi agraciado com o título “Personalidades 2008”, da Associação Paulista de Críticos de Arte.

Victorino Chermont de Miranda lançou o tomo VII de seu livro Iconografia e bibliografia dos titulares do Império: títulos de letras O e P.

Walter Piazza foi eleito sócio emérito do IHGB. Dia 10.

Wilson Martins comentou, em sua coluna no caderno Idéias, o livro O fantasma do Aleijadinho, de Guiomar de Grammont, com que uma vez mais volta à tona a velha discussão sobre a existência real do referido escultor. Dia 13.

Destaque na Imprensa

Lilia Moritz Schwarcz, em matéria do caderno Idéas do JB

Agraciada com o ‘Prêmio Mulher de Idéias – 2008’, do caderno homônimo do Jornal do Brasil, edição de 28 de dezembro, por seu desempenho nas celebrações do período joanino, Lilia Moritz Schwarcz é o destaque do mês de nosso Noticiário.

A apresentação que dela fez o jornalista Alexandre Werneck diz tudo: “ela é ao mesmo tempo editora (de não ficção da Companhia das Letras, maior casa de publicações do país, dirigida por seu marido Luiz Schwarcz); professora (titular, da Universidade de São Paulo, onde leciona desde 1998); historiadora (formada em 1980 pela USP); antropóloga (com uma carreira que coloca em questão a questão racial e a história do país); coordenadora de pesquisa; curadora (da exposição Nicolas-Antoine Taunay no Brasil: uma leitura dos trópicos); agitadora cultural (como organizadora, ao lado do acadêmico Alberto da Costa e Silva, das celebrações dos 200 anos da chegada da família real ao Rio). Não bastasse isso, publica. Livros. Artigos. Gibis”.

Primeira mulher a receber tal láurea, nas 20 edições do prêmio (1987-2007), Lilia falou ao Jornal do Brasil de sua carreira e de seu modo de ver a História: “Busco uma história que não caia no fascínio dos eventos. Em geral, a antropologia busca as categorias que deem conta dos outros, e acho importante buscar as categorias que nos definem a nós mesmos”.

Dentre seus antecessores na premiação, conta o Instituto com quatro membros: José Murilo de Carvalho (1989), Milton Santos (1998), Antonio Candido (1999) e Alberto da Costa e Silva (2007).

Posse de Sócios

Posse de Isabel Lustosa
Foto: Ivanoé

Eleita, em 17 de outubro de 2007, Isabel Lustosa tomou posse, em 10 de dezembro, na sala Pedro Calmon, como sócia honorária.

Introduzida no recinto pelos sócios Esther Bertoleti, Melquíades Pinto Paiva e Eduardo Silva e saudada por Maria de Lourdes Viana Lyra, Isabel prestou o compromisso regimental, recebeu o diploma das mãos do presidente Arno Wehling e a insígnia acadêmica de seu companheiro Mário Mendonça.

O impacto da transferência da Corte para o Rio de Janeiro a partir de alguns textos fundadores foi o tema de sua oração, quando se deteve nas obras de Maria Odila da Silva Dias e da própria Maria de Lourdes Viana Lyra, por ela escolhida para paraninfar o seu ingresso no Instituto.

Ao fim da cerimônia, o casal ofereceu um coquetel no terraço.

Novos Sócios

Eleitos pela AGE de 10 de dezembro, passaram a integrar o Quadro Social do Instituto, nas categorias:

a) de honorário brasileiro:

Antônio Celso Alves Pereira – doutor em Direito Público pela UERJ. Presidente da Sociedade Brasileira de Direito Internacional. Ex-reitor da UERJ e ex-presidente da FAPERJ. Membro do PEN Clube do Brasil. Autor, entre outros, de Desarmamento nuclear e a nova ordem internacional e Novas perspectivas do direito internacional contemporâneo.

• D. João de Orléans e Bragança – fotógrafo e empresário, com destacada atuação nos movimentos de preservação do patrimônio histórico e ambiental. Co-autor, entre outros, dos livros Rio imperial, Floresta da Tijuca e A riqueza vem do fundo do mar.

Kenneth Henry Lionel Light – historiador e genealogista. Membro da British Society of Portugal e do Instituto Histórico de Petrópolis. Autor do festejado livro A transferência da corte portuguesa para o Brasil, a partir de documentação de bordo da Marinha inglesa, que possibilitou a feitura do quadro de Geoff Hunt sobre o desembarque no Rio de Janeiro. Artigos publicados no Brasil e no exterior.

Luiz Cláudio Aguiar – bacharel em Direito pela UFPE e doutor pela Universidade de Salamanca. Professor visitante da Universidade Federal Rural de Pernambuco, em convênio com a Sherbrook-Irekus (Canadá). Secretário do PEN Clube do Brasil. Autor dos ensaios Franklin Távora e seu tempo e El barroco brasileño y la contribución espanõla e da peça Suplício de frei Caneca. Redator da revista Caliban.

b) de correspondente brasileiro:

Reinaldo José Carneiro Leão – bacharel em Sociologia e Política pela UFPE. Funcionário autárquico. Secretário Perpétuo do IAHGP. Membro do IHGPB e do Colégio Brasileiro Genealogia. Autor de O tesouro dos abades, in Museu do Estado de Pernambuco e Campo das Princesas – o Palácio do governo de Pernambuco, em co-autoria (2005).

c) de correspondente estrangeiro:

Andrée Mansuy-Diniz Silva – historiadora franco-portuguesa. Doutora em Estudos Ibéricos pela Sorbonne. Autora, entre outros, da considerada melhor edição crítica de Cultura e opulência do Brasil, de Antonil, e da biografia D. Rodrigo de Sousa Coutinho, conde de Linhares: portrait d’un homme d’état.

Nuno Álvares Pereira de Castro – pesquisador português, membro da Academia Portuguesa da História e do IHGSC. Autor, entre outros, dos livros Alguns brasões inéditos em Companhia das Índias, A porcelana chinesa ao tempo do Império: Portugal e Brasil e de Bartolomeu Dias a Vasco da Gama: As famosas Armada da Índia (1496-1650).

Nossas boas-vindas a todos.

 

 

 

 

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