A Sala Pedro Calmon, no 12º andar, dispondo de 50 lugares para convidados e 28 para sócios, é utilizada para posses solenes, conferências, assembléias, cursos e outros eventos.
O Salão Nobre, com capacidade para 120 convidados e 84 sócios, é decorado com o quadro da "Coroação de Pedro II", de Manuel de Araújo Porto Alegre, de 1842, a cadeira com que o Imperador presidiu 506 sessões do Instituto e o "Marco de Cananéia", pedra com as armas de Portugal, datada do primeiro terço do século XVI.
A Sala da CEPHAS é o local das sessões desta Comissão, bem como das sessões administrativas mensais, privativas de sócios, contando com 58 lugares. Localizada no 12º andar.
Formada por milhares de títulos, entre livros, periódicos e folhetos. Parte significativa é composta de obras dos séculos XVI a XIX, em diversos idiomas, muitas doadas pelo imperador Pedro II, como a preciosa "Coleção Teresa Cristina". Possui outras coleções importantes, como a Manuel Barata, especializada em temas paraenses, e a do embaixador Guerreiro de Castro sobre genealogia e heráldica. Constitui um dos mais expressivos acervos bibliográficos sobre História do Brasil.
A Biblioteca recebe consulentes de todas as partes do Brasil e do exterior. O atendimento é feito na Sala de Leitura, via FAX (+55-21) 2252-4430, e-mail biblioteca@ihgb.org.br e por correspondência postal.
A consulta ao acervo do IHGB, composto de livros, periódicos, manuscritos, iconografia e objetos museológicos, é feita nos terminais da Sala de Leitura, complementada pelos catálogos ainda em ficha que estão sendo também informatizados. A coleção da Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e a dos Institutos Históricos Estaduais estão disponíveis para consulta imediata.
O horário de atendimento é de 9:30 às 17h de 2ª e 6ª feira.
Reúne mais de 160.000 documentos, entre manuscritos - muitos deles, papéis oficiais e cópias de época - e álbuns, fotos, etc. O arquivo possui também, mais de cem arquivos pessoais, como os dos presidentes Prudente de Morais, Rodrigues Alves, Epitácio Pessoa e Emilio Garrastazu Medici, de figuras do Império e da República (José Bonifácio, Gen. Osório, Visconde de Ouro Preto, Paulo de Frontin, Macedo Soares e outros), e o acervo da extinta União Democrática Nacional - UDN.
Mapas e atlas, em especial antigos, do Brasil e do mundo compõem a coleção cartográfica.
Detém um acervo diversificado. O Museu descreve a trajetória do Instituto, desde sua fundação, em 1838, ao lado de outras peças do maior valor histórico e artístico. Exibe pinturas, louça brasonada, cristais, condecorações, arte popular brasileira e objetos pessoais de figuras da História do Brasil e de antigos sócios.
Na cobertura do prédio, com vista privilegiada para a baía de Guanabara, com o Pão de Açúcar, tradicional símbolo da cidade do Rio de Janeiro, realizam-se lançamentos de livros, exposições e coquetéis, possibilitando grande espaço para o convívio social.
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