Sobre o IHGB
Para pensar o Brasil
O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) foi fundado em 1838. A proposta de sua criação foi apresentada à Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional (SAIN) pelo marechal Raimundo José da Cunha Matos e pelo cônego Januário da Cunha Barbosa. Em 21 de outubro daquele ano, seria realizada, em sala do Museu Nacional, assembleia de fundação da nova instituição acadêmica, sendo os 27 associados fundadores letrados, políticos, servidores de estado, militares, desembargadores, professores e um padre.
Em sua fundação, o IHGB definiu como uma de suas principais finalidades reunir documentos da história e geografia do Brasil, constituindo uma das mais significativas e variadas brasilianas do país. Para a gestão da Coleção IHGB, foram criados o Arquivo, a Biblioteca e do Museu, como setores técnicos da instituição.
Ao longo de sua história, o IHGB segue atualizando a sua missão de pensar o Brasil e reunir documentos da história e geografia do Brasil.
IDENTIDADE RENOVADA
Como instituição centenária e de tradição, ao longo de sua história, o IHGB manteve sempre buscou atualizar sua missão institucional.
Missão
Pensar o Brasil, promovendo o diálogo acadêmico e apoiando o desenvolvimento de pesquisas inovadoras no campo da História, Geografia e Ciências Sociais e a defesa do patrimônio cultural brasileiro.
Visão
Para cumprir sua missão, o IHGB pretende se afirmar como instituição de referência dos debates contemporâneos da sociedade brasileira em favor do fortalecimento da cidadania, da democracia e da justiça social, inspirando novas gerações a participar da vida intelectual e tomar o Brasil como objeto de estudo.
Valores
Diálogo de saberes – todas as formas de conhecimento são relevantes quando a interrogação resulta do respeito ao interlocutor e a capacidade de escutar.
Memória viva – o presente está sempre em diálogo com o passado.
Fazer a diferença – a inovação transforma ideias em valor ao redefinir processos que favorecem a construção de um mundo melhor.
Construção coletiva – a qualidade do ambiente de trabalho e de nossas realizações se baseia no gosto pela construção coletiva que reconhece que todxs são sujeitxs decisivxs de realizações.
Sintonia com regras – boas práticas profissionais são comprometidas com a prestação de contas, respeitando normas e valorizando controles internos e externos.
